Defesa em Inquérito e Delegacia
Muitos inocentes se condenam ao tentar "explicar a verdade" sem orientação técnica. A delegacia não é lugar de conversa, é lugar de produção de provas. Não compareça desacompanhado. Tenha um especialista ao seu lado para blindar seus direitos desde o primeiro minuto.
A carta chega pelo correio ou a polícia bate à sua porta. Você é intimado a depor. O instinto imediato é o pânico, seguido pela vontade de ir lá imediatamente "esclarecer tudo", afinal, você acredita que quem não deve, não teme.
Esse é o maior erro que alguém pode cometer. Na delegacia, você está em território hostil. Perguntas capciosas, pressão psicológica e o nervosismo natural fazem com que você produza provas contra si mesmo, muitas vezes sem perceber. Uma palavra mal colocada no inquérito vira uma sentença anos depois.
O silêncio é um direito, mas a estratégia é uma arma. Nossa atuação começa antes do depoimento. Acessamos os autos sigilosos (Súmula Vinculante 14), descobrimos exatamente o que a polícia tem contra você e definimos a melhor tática: falar, calar ou apresentar provas defensivas. Nós somos o escudo entre você e o Estado.
Perguntas aparentemente inofensivas podem ser armadilhas baseadas em provas que você desconhece. Contradições entre sua versão e o que está nos autos geram indícios de mentira.
A polícia investiga para acusar, não para absolver. O delegado já tem uma hipótese contra você. Sua função é produzir provas que a confirmem.
Sob pressão, as pessoas confirmam fatos, admitem presença em locais ou reconhecem objetos sem perceber a gravidade. Um advogado presente impede isso.

Nossa atuação é sistemática e estratégica, construída para proteger seus direitos em cada etapa do inquérito policial.
Vamos à delegacia antes de você para ler o inquérito e entender as acusações (Súmula Vinculante 14 do STF).
Reunimo-nos com você para preparar o depoimento ou decidir pelo direito ao silêncio estratégico.
Estaremos ao seu lado durante toda a oitiva, impedindo abusos, coação ou perguntas indevidas da autoridade policial.
Presença física do advogado durante o depoimento para garantir a integridade do ato e evitar autoincriminação.
Não esperamos a polícia. Buscamos ativamente provas, testemunhas e documentos que comprovem sua inocência ainda na fase policial.
Atuação imediata caso sua casa ou empresa seja alvo de mandado, verificando a legalidade e protegendo bens não relacionados.
Negociação estratégica com o Ministério Público para encerrar o caso sem processo e sem prisão, quando cabível.
Dr. Carlos Oliveira explica os riscos da fase de inquérito.

A fase de inquérito exige conhecimento profundo de Processo Penal. O Dr. Carlos Fernando Lopes de Oliveira é Mestre em Ciências Jurídicas (UFPB) e ex-professor universitário. Sua base acadêmica permite identificar nulidades processuais que advogados comuns deixam passar, anulando investigações ilegais na raiz.
"O inquérito é o alicerce do processo. Se a base for fraca ou anulada pela defesa, a acusação não se sustenta."
"É direito do defensor, no interesse do representado, ter acesso amplo aos elementos de prova que, já documentados em procedimento investigatório realizado por órgão com competência de polícia judiciária, digam respeito ao exercício do direito de defesa."
Este é o fundamento legal que garante ao seu advogado o direito de acessar todo o inquérito antes do seu depoimento, preparando a melhor estratégia de defesa.
Sim, sob pena de condução coercitiva ou crime de desobediência. Porém, você deve ir acompanhado de um advogado para garantir que seus direitos sejam respeitados e evitar autoincriminação.
Sim. O direito ao silêncio é garantido pela Constituição Federal. Porém, a decisão de exercê-lo deve ser estratégica, baseada no que consta nos autos. Por isso, o acesso ao inquérito é fundamental antes de decidir.
Os honorários variam conforme a complexidade do caso, a fase da investigação e a necessidade de diligências. Entre em contato para uma avaliação personalizada. O investimento na defesa técnica precoce é muito menor do que os custos de um processo mal conduzido.
Sim. Com uma defesa técnica bem conduzida, é possível demonstrar a fragilidade das provas, a ilegalidade da investigação ou a ausência de crime, levando o Ministério Público a pedir o arquivamento. Essa é a melhor solução: encerrar o caso antes de se tornar uma ação penal.
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